Em sua definição básica,
"justiceiros virtuais" são aqueles que tentam fazer justiça com as
próprias mãos através da internet, invadindo sites, alterando informações, etc.
No entanto essa atitude apenas acaba por dificultar as situações, pois ao invés
de buscarem soluções por meios legais para resolver os problemas, eles agem de
maneira egoísta e acaba por prejudicar toda uma comunidade virtual.
Os justiceiros que agem em
desacordo com a lei se multiplicam na ausência de policiamento. Na Europa, não
se fala em justiça com as próprias mãos. Nos Estados Unidos, embora a pedofilia
seja combatida, há grande produção de conteúdo racista e neonazista, que
prospera com a proteção à livre expressão. Percebendo a brecha, páginas
neonazistas brasileiras se refugiaram lá. Além de criar páginas em outros
países, os grupos caçados pelos justiceiros reagem. Existem 39 comunidades
contra os anjos. A maior delas se reúne sob o título Morte aos Anjos do Orkut e
tem 5.300 membros, que fazem contra-ataques virtuais tentando derrubar páginas
de seus inimigos. Ninguém disse que vida de justiceiro era fácil.
Existe um grupo bastante conhecido que praticam esses atos, eles chamam-se Anonymous, e foi responsável pelo maior ataque cibernético a paginas do governo Americano em 2012, quando o FBI retirou o site Megaupload do ar.
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